Facebook Fala Sobre Prisão de Executivo

 Para o Facebook, a prisão de seu vice-presidente na América Latina, o argentino Diego Jorge Dzodan, é "uma medida extrema e desproporcional". Tudo ocorreu devido ao WhatsApp não colaborar com investigações da Polícia Federal e informar "não poder fornecer informações que não possui".

 Segundo a Polícia Federal, a solicitação de prisão preventiva foi expedida pelo juiz criminal da Comarca de Lagarto - SE, Marcel Maia Montalvão, depois de reiterado descumprimento de ordens judiciais, que pediam informações contidas na rede social, para elaboração de provas a serem utilizadas em investigação de crime organizado e tráfico de drogas.
 A Justiça pediu os endereços físicos de onde os traficantes trocavam mensagens tanto pelo Facebook quanto pelo WhatsApp, app de mensagens que também pertence ao Facebook.

Prisão

 O executivo foi preso em sua casa na manhã de 1º de março de 2016, antes de sair para trabalhar, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo. Após prestar declarações na Superintendência Regional da PF, na Lapa, localizada também em São Paulo, Dzodan foi transferido ao Centro de Detenção Provisória de Pinheiros.
 "Estamos desapontados com a medida extrema e desproporcional de ter um executivo do Facebook escoltado até a delegacia devido a um caso envolvendo o WhatsApp, que opera separadamente do Facebook", protestou a rede social.

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